Completo de tempo de jogo e diversas experiências
representativas de aprendizagens para os alunos, o último fim-de-semana marcou
a presença em duas atividades, ou seja, por um lado a 13º jornada que nos
colocou em jogo com o União de Santarém, e por outro, apenas para os alunos de
2005, a presença no encontro de escolas de futebol sub9 organizado pelo
Salvaterrense.
O jogo mais formal caracterizou-se por alguns padrões: 1. Progressivo
nível de prática dos princípios e comportamentos de jogo ao longo do mesmo,
marcados pela progressiva adaptação ao relvado e ajuste posicional de alguns
alunos; 2. Transição ofensiva coerente com as combinações e variação dos
corredores, criando várias situações de superioridade numérica e finalização;
3. Evolução ao nível das desmarcações (rutura); 4. Pontos menos positivos na
tomada de decisão nos momentos de pressão da equipa em atividade no sector mais
defensivo. E último destacar a capacidade psicofisiológica dos alunos em
continuamente colocar em prática as aprendizagens dentro do modelo de jogo,
mostrando também a este nível uma evolução na dimensão emocional. O resultado
desportivo fixou-se numa vitória por (1-2).


Na atividade seguinte, que decorreu durante a tarde, com
objetivos diferentes, destaca-se a dimensão psicofisiológica dos alunos mas
sobretudo a concentração como continuo em todos os jogos. Destaca-se sobretudo
a união dos alunos, a cooperação, os indicadores de qualidade de jogo
acompanhada de momentos que significaram para os alunos superação e motivação
individual e coletiva e a compreensão do encontro como mais um momento de
aprendizagem com objetivos cumpridos.
Inerentes às duas atividades (sobretudo na segunda), estas
mostraram-se positivas na variação posicional e aplicação dos princípios em
diferentes posições, objetivo claro desta etapa de formação e sobretudo da
etapa anual em que nos encontramos.
Ao longo das duas atividades, participaram os alunos,
Francisco Faria, Daniel Moisés, Hélder Calisto, Rafael Travanca, Gonçalo
Correia, Martim Teixeira, Paulo Chula, Henrique Ricca, Tomás Pinto, Rodrigo
Duarte.
Incansáveis, exemplares e sobretudo presentes de forma
cooperante e apoiante, os pais demonstraram-se mais uma vez como um incentivo
essencial na prática e caminho ‘paciente’ e alegre que os seus campeões
desenvolvem pedagogicamente no futebol e para o futebol.